Vive de aparências Flagela conta alheia Regada de impurezas motivacionais Vive na penumbra do além Alimentado pela avareza Viaja pelas lamúrias da vida Resplandece a tristeza do carácter Preso na estupidez, Vive o inédito imediato Perdido na ganância Vive de aparências alheias, Desfigura-se o físico Hipotecado pelas veias viciadas Alegorias do presente