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As fadigas do amor


Meu amor é a arma mortífera
Fatigado pelas surpresas da vida
Lutar incansavelmente pela rainha do brilho


Navegando na incerteza do caminho
Sigo resplandecendo os horizontes
Sou mendigo do amor sem fronteiras
Calmamente procuro a luz da vida

Sou fatigado pela vida
Feito trilha do trilho do pneu quente
Fervendo o coração de amor certeiro

Navegando na Incerteza do amor
Vivo feito pneu que não sabe do destino
Navegando, vivo triplicado pelo amor

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Sou Jovem

Sou um jovem a florescer de baixo para o alto Amando Jovens revoltos de horizontes mais largos Revigorando sentimentos ocultos Ocultos que vós chamais enganos, pesares Sou um trilho, trilho de desgostos Ocultos com tendência de trilhar, que faço? Só efundir lágrimas enxugáveis Lanço Meu Sentimento de onde nasce Nos remorsos eu me afecto Psicologicamente me ergo para viver Deixando a razão adpicar, o preço foi achar enganos Causando sofrimento a alma e o coração, Será porque acredito no destino? Jovem Sempre a frente

Covinhas

 Nas curvas doces que a face delineia, Um par de covas surge ao seu sorrir, Do encanto leve que o amor semeia, Faz-se o reflexo puro do existir. São como lagos onde a luz repousa, Espelhos de alegria e de ternura, No riso, a alma inteira se desposa, E em suas formas mora a paz mais pura. Quem vê tal graça sente o peito arder, Pois cada cova traz um universo, De mistérios que o tempo quer deter. E eu, que a olho, preso em verso imerso, Encontro nas covinhas o viver, Meu sonho doce em um sorriso inverso.