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Fósseis do amor

Trilhos do amor fraterno
Percorrem curvas da vida
Pagando pela frieza do desgosto

Os fósseis do amor vasculham a alma
Alma febril de aventuras dos olhos
Olhos que se perdem nos olhares da solidão
Solidez do coração embriaga os fósseis


A fraternidade do amor fóssil
Liberta a ánseia do labirinto betafloridrico
A fraternidade ánseia pelo recalque do amor

Seu corpo de menina flagela o meu coração
Coração aregala-se de esperança
Seu corpo de menina flagela os fósseis do amor
Vivendo de aparência no coração de uma bela jovem .

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Sou Jovem

Sou um jovem a florescer de baixo para o alto Amando Jovens revoltos de horizontes mais largos Revigorando sentimentos ocultos Ocultos que vós chamais enganos, pesares Sou um trilho, trilho de desgostos Ocultos com tendência de trilhar, que faço? Só efundir lágrimas enxugáveis Lanço Meu Sentimento de onde nasce Nos remorsos eu me afecto Psicologicamente me ergo para viver Deixando a razão adpicar, o preço foi achar enganos Causando sofrimento a alma e o coração, Será porque acredito no destino? Jovem Sempre a frente

Covinhas

 Nas curvas doces que a face delineia, Um par de covas surge ao seu sorrir, Do encanto leve que o amor semeia, Faz-se o reflexo puro do existir. São como lagos onde a luz repousa, Espelhos de alegria e de ternura, No riso, a alma inteira se desposa, E em suas formas mora a paz mais pura. Quem vê tal graça sente o peito arder, Pois cada cova traz um universo, De mistérios que o tempo quer deter. E eu, que a olho, preso em verso imerso, Encontro nas covinhas o viver, Meu sonho doce em um sorriso inverso.