Sobejam alegrias do além
Corações não guardam almas
Almas fervorosas de prazeres
Recantam injeção da inveja
Trespassam alegorias do presente
Ludibriando almas e corações sedentos
Vigora a fisionomia do tempo
Recantam injeção da soberba,
Luxúria alimenta o agora
Tropeçam na presença do tempo
Driblam as curvas da verdade
Verdade, se os corações guardassem
Corações são estradas minadas
Vergonha sobejada de prazeres
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