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Quarto de Guerra

 Meu coração é um quarto de Batalha

Travo guerras desconhecidas

Na língua que poucos conhecem 


Sou ambulância de sentimentos

Sentimentos ludibriados pela incerteza

Na véspera da felicidade, renega-se o amor

Amor penumbroso da experiência


Trilhado pela diferença de idade

Ressurge na dúvida da verdade

Esquizofrénico é a copeira de sentimentos


Meu corpo é ambulância de sentimentos

Vazios de sonhos sobre o amanhã

Com inveja da que suportam no silêncio

Meu corpo é um quarto de guerra 

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Sou Jovem

Sou um jovem a florescer de baixo para o alto Amando Jovens revoltos de horizontes mais largos Revigorando sentimentos ocultos Ocultos que vós chamais enganos, pesares Sou um trilho, trilho de desgostos Ocultos com tendência de trilhar, que faço? Só efundir lágrimas enxugáveis Lanço Meu Sentimento de onde nasce Nos remorsos eu me afecto Psicologicamente me ergo para viver Deixando a razão adpicar, o preço foi achar enganos Causando sofrimento a alma e o coração, Será porque acredito no destino? Jovem Sempre a frente

Covinhas

 Nas curvas doces que a face delineia, Um par de covas surge ao seu sorrir, Do encanto leve que o amor semeia, Faz-se o reflexo puro do existir. São como lagos onde a luz repousa, Espelhos de alegria e de ternura, No riso, a alma inteira se desposa, E em suas formas mora a paz mais pura. Quem vê tal graça sente o peito arder, Pois cada cova traz um universo, De mistérios que o tempo quer deter. E eu, que a olho, preso em verso imerso, Encontro nas covinhas o viver, Meu sonho doce em um sorriso inverso.