Por entre a noite, um brilho em teu olhar,
Um passo leve que invade o meu ser,
Sem armas, fez meu peito se render,
Roubaste o amor que vim a te guardar.
Teu riso é trama, doce e singular,
Um plano audaz que não pude deter.
Com gestos firmes, vi-me a ceder,
Meu mundo inteiro quiseste levar.
Mas que ladrão tão belo e encantador,
Que toma o coração sem hesitar,
E deixa em troca um laço sedutor.
Não quero da justiça me queixar,
Pois foste tu, assalto de amor,
Que fez-me livre ao me aprisionar.
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