No brilho ardente dos olhos que contestam,
Há mundos por nascer, sonhos guardados,
Rompendo as grades dos caminhos traçados,
E as sombras do poder que os detestam.
Não se curvam ao peso das respostas,
Rejeitam regras que não mais são suas,
Erguem bandeiras sob noites nuas,
E dão voz às verdades que se afastam.
São fogo que arde em meio à calmaria,
Tempestade que rompe a tradição,
E traz no peito a força da utopia.
Mas que a revolta, em justa direção,
Não perca a luz da fé e da harmonia,
Para que flores brotem da insurreição.
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