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Jovens Revoltos

No brilho ardente dos olhos que contestam,

Há mundos por nascer, sonhos guardados,

Rompendo as grades dos caminhos traçados,

E as sombras do poder que os detestam.


Não se curvam ao peso das respostas,

Rejeitam regras que não mais são suas,

Erguem bandeiras sob noites nuas,

E dão voz às verdades que se afastam.


São fogo que arde em meio à calmaria,

Tempestade que rompe a tradição,

E traz no peito a força da utopia.


Mas que a revolta, em justa direção,

Não perca a luz da fé e da harmonia,

Para que flores brotem da insurreição.


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