No ar, vibrações de um som sutil, profundo,
Ecoam pelo espaço em suave enlace,
Unindo as notas do silêncio ao mundo,
Um canto etéreo que jamais se desfaz.
Nos corações, ressoam emoções,
Memórias que se agitam no vazio,
Unindo os tempos, cruzam dimensões,
Como um reflexo em águas de um rio.
Ecos que dançam na eterna harmonia,
Fazem do instante um vasto infinito,
Ligando almas numa melodia.
Assim, no todo, o som ganha sentido,
Ressonâncias que, em doce sinfonia,
Tornam o efême sempre vivido.
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